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25/05/2026

... Reflectindo África!

 


Com cerca de 1,5 bilhão de habitantes em uma extensão territorial total de 30,37 milhões de Km2, o continente que hoje celebra 63 anos da instituição da OUA ainda enfrenta sérios desafios. A malnutrição no continente e a mortalidade infantil são de uma gravidade claramente visível, havendo ainda hoje regiões em que pessoas morrem de fome. Confira!

Imagem: pixabay.com



Foi há 63 anos que se criava a Organização da Unidade Africana (OUA), em Adis Abeba, capital da Etiópia, instituição que, mais tarde, em 09 de Julho de 2002 passou a denominar-se União Africana.


No capítulo económico, África figura como fornecedor de matéria-prima para outros continentes. Os recursos extraídos não são transformados localmente, mas exportados para outros continentes. O elevado nível de corrupção tem sustentado a carência de infraestruturas e serviços a partir do nível mais elementar, como redes de abastecimento de água, energia, serviços de saúde e educação, vias de comunicação, serviços de justiça, entre outros.

O continente tem enfrentado vários surtos de doenças virais e altamente contagiosas, como a Ébola, Cólera, SIDA, Varíola do Macaco, Sarna, Lepra, entre outras, tendo recentemente sofrido as devastadoras consequências da COVID-19. Tal situação é  em grande parte devidas a sérias dificuldades a nível de saneamento, de consciencialização da população, e de investigação científica.

A proliferação de seitas religiosas tem sido uma das maiores dificuldades do continente, com grupos armados muitas vezes ligados a movimentos religiosos frequentemente protagonizando acções de violência que se constituem crime contra a humanidade. Esse problema tem sido muitas vezes associado a interesses económicos de exploração de recursos minerais, em grande parte destinados a outros continentes.

A emigração tem sido um problema, dando lugar a afogamentos frequentes na tentativa de pessoas tentarem rumar para países europeus, muitas vezes encontrando barreiras na tentativa de se refugiar na Europa. Entre países africanos, também a Xenofobia tem sido um problema, com destaque para a África do Sul.

As expectativas quanto ao futuro de África dependem de um despertar urgente para as prioridades dos países do continente, numa consideração de que "não há tempo a perder", pois "o futuro é agora"!

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