Têm sido frequente as compras pela Internet, através de lojas online ou aplicativos, quando tal é mais vantajoso que as compras presenciais ou quando os produtos não estão disponíveis nos mercado locais maisão próximos.
Essa prática, muitas vezes considerada viável e económica, expõem-nos a riscos consideráveis e custos adicionais que, muitas vezes, tornam a compra demasiado onerosa. Neste post, trazemos-lhe preciosas informações e recomendações para adquirir os bens de que necessita da melhor maneira, em segurança e a custos baixos. Confira!
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| Imagem: pixabay.com |
Antes de irmos às recomendações, tenha em atenção esta dica: veja se não é melhor comprar presencialmente e em mercados locais mais próximos. Também porque a interacção pessoal face to face tem vantagens que a virtual não pode jeito nenhum conferir; não é mesmo 😊?
O primeiro critério geralmente considerado pelos compradores tem sido a relação preço/qualidade, optando pela oferta com o menor preço para a qualidade procurada. Esse factor permite fazer a melhor utilização de seus recursos e, assim, de seu trabalho que realizou para obtê-los e do tempo aplicado para o efeito, pelo que recomendamos vivamente que você o tenha em atenção, mas não apenas esse; há outros factores a ter em conta, os quais apresentamos a seguir. Caneta ✒ e papel prontos? Anote e memorize nossas recomendações (não esqueça de ver nossas Dicas Extras na Parte II do post):
Preste bem atenção na hora de escolher o fornecedor. Não basta que seja de determinado país ou que tenha preço baixo. É necessário considerar a reputação e a capacidade de oferta do produto nas melhores condições, em termos de:
1. Segurança: por se tratar de uma negociação à distância, é importante assegurar que está fazendo um negócio com uma entidade idónea, a fim de não ser vítima de acções malefícas, como burla e outros. É também uma questão de segurança jurídica.
A Segurança Cibernética merece particular atenção, pois tem se verificado a ocorrência de ciber ataques, com acesso indevido a informações pessoais de natureza familiar, laboral, financeira, e outras de elevado risco. Veja nossas Dicas Extras no final do post.
2. Prazo de entrega: se seu fornecedor falha consigo, você falha com seus clientes, principalmente tratando-se de casos em que você vende por encomendas. Tal é uma situação comprometedora, pois, grande parte do valor de sua empresa e de sua capacidade de negociação devem-se à sua reputação. Para empresas cotadas em bolsa de valores, os efeitos são bem claramente visíveis.
3. Garantia: veja para quais componentes do produto o fornecedor confere garantias e o prazo de garantia;
4. Formas e meios ou canais de pagamento: a forma de pagamento nessas transacções geralmente é electrónica. Alguns dos meios ou canais mais famosos são VISA, MASTERCARD e PayPal.
5. Modalidades de pagamento: pagamento a prazo, pagamento a prestações ou pronto pagamento.
6. Políticas de Trocas, Reembolso e Devolução: Facilidade de efectuar trocas ou devolução e reembolsar parte ou a totalidade do valor.
A observância desse ponto é ainda mais importante para determinados tipos de produtos, como electrónicos e produtos com prazo de validade reduzido.
Tal facilidade pode ser medida através de critérios específicos, como os seguintes:
a) Situações em que a empresa admite troca do produto recebido: como casos em que não corresponda com as características solicitadas, por defeito de fábrica, entre outros;
b) Prazo para apresentar reclamações: às vezes notamos a falha no produto apenas decorrido um prazo considerável, além do facto de algumas falhas serem mais difíceis de detectar ou possíveis de detectar apenas decorrido certo período de tempo. Para não ter o dissabor de apresentar uma reclamação e lhe ser informado de que o prazo está vencido, preste bem atenção a este aspecto quando for comparar esta escolher fornecedores.
c) Prazo para concretizar a troca: o tempo que decorre entre o envio da reclamação e a recepção de um novo produto.
7. Cobertura Seguros: este é um favor indispensável neste tipo de transacções. Certifique-se de que o negócio esteja devidamente coberto por uma seguradora idónea. Não corra riscos sem segurança!
Anotou bem as recomendações?
Permaneça ligado e não perca nossas dicas extras na Parte 2.

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