Frequentemente, pessoas se estressam demais e resmungam, chegando, muitas vezes, a agir com os nervos à flor da pele, de forma colérica, e tendo consequências desastrosas. Neste post, ajudamos-lhe a viver livre desse prejuízo. Venha e entenda!
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| Imagem: pixabay.com |
Agir sob efeito da ira provoca consequências seriamente prejudicais. Ou seja, a ira causa consequências graves, de que nos arrependemos quando advêm.
O arrependimento, apesar de necessário, é evitável. Mas não podemos deixar de nos arrepender quando tenhamos cometido algum erro. O jeito de evitar o arrependimento não é deixarmoos de nos arrepender quando erramos (essa não é uma opção benéfica). O arrependimento é imperioso quando tenhamos cometido algum erro.
Note-se, no entanto, que o objectivo nem é evitar o arrependimento, mas evitar o castigo. E uma das formas de castigo é o peso de consciência ou o próprio arrependimento.
E como o peso de consciência ou o arrependimento podem ser um castigo ou ser indesejáveis? Essa pergunta leva a reflectir sobre o seguinte:
Como o erro ou a maldade podem causar arrependimento ou peso de consciência?
Imagine um erro ou uma acção de maldade. Como isso pode ser mal? A resposta pode ser que a moral e a consciência ou a percepção do que é bem e mal são inactas e estão gravadas na inteligência humana; em nossos sentidos. Não definimos o que é bem e/ou mal, certo e/ou errado. Já encontramos. Apenas percebemos e possivelmente escolhemos. Nossa sensibilidade ou nível de percepção do bem e do mal e de distinção entre eles varia de pessoa para pessoa e, em uma mesma pessoa, de momento para momento, em função das informações a que acedemos e outros factores ligados a nosso estilo de vida, à nossa vivência de forma geral. O facto de fazermos o mal causar peso de consciência deve dizer muito sobre a responsabilidade inata do homem em praticar o bem. Você não acha isso? (Conte nos comentários!)
Às vezes resmungamos mesmo quando praticamos acções não prejudiciais em si mesmas ou por sua natureza. Resmungamos por praticar tais acções (ainda que acções benefícas) contra a nossa vontade. Essa prática contra a nossa vontade é que acaba por ser encarada como um erro. Mas, é mesmo um erro? Quando o proveito de não fazer é consideravelmente maior que o custo de fazer, parece ser plausível considerar tal prática sem vontade um erro.
Casos há em que a melhor maneira de não resmungar é evitar situações que nos levem a resmungar. Não quer ter a consequência, mas também não evita a causa!? Isso é ir para a tentação.
Portanto, não resmungue se houver motivo, mas evite motivos que lhe levem a resmungar.
👉Há um elemento que não pode deixar de ser considerado: o tempo.
O processo de envelhecimento e os prazos para tarefas e eventos exigem de nós uma racionalização do tempo. Muitas vezes, resmungamos por desperdiçamos tempo.
Frequentemente, a melhor maneira de evitar o erro é evitar a causa.
Para finalizar, memorize a recomendação:
'Não erre se houver motivo, mas evite motivos que lhe possam levar a errar" (ECOnteúdo)

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