27/05/2026

Importar-se... por vontade ou por necessidade


Muitas vezes as pessoas adoptam uma postura de indiferença em relação às mais distintas situações do dia-a-dia. Como quem diz: "Não me importo".


Este post apresenta uma reflexão isenta e imparcial sobre essa prática. Leia na íntegra!

Imagem: pixabay.com




Acontece, no entanto, que, tal postura não é sem causa, como aliás, nada é.


Tal atitude de desinteresse por pessoas e/ou situações pode ser motivada por impaciência, por aborrecimento, falta de vontade.

Não fazer caso das razões é uma negligência, pois essas não devem ser desprezadas ou ignoradas. Pelo contrário, devem ser tidas em conta e tratadas.


Mas, mesmo diante desses motivos para agir com indiferença, outros motivos podem exigir que ultrapassemos os impedimentos e nos interessemos, sendo um dos argumentos para isso, por exemplo, o facto de se encontrarem na categoria de força maior, como o facto de no futuro podermos vir a precisar de quem ignoramos hoje, ou a possibilidade de se tratar de uma situação cujas consequências nos podem afecter ar, agora ou depois. É assim, pelo menos, em determinadas situações o caso de voce.


Igualmente negligente é adoptar de modo generalizado o comportamento de ignorar as mais diversas situações do quotidiano (a menos que tenha razões que inequivocamente justifiquem tal procedimento).


Devemos prestar atenção e examinar caso a caso.


Esta abordagem permite-nos, assim, chegar à seguinte conclusão:


Quando pretender activar o modo "sem tempo para outrem e não tenho que ter a  consideração e gentileza de dar pelo menos uma pequena explicação e pedir desculpa", lembre-se do modo "aflito (a) e precisando de outrem".

Em grande parte dos casos, quer tenhamos vontade, quer não a tenhamos, importar-se é uma necessidade.

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