O Ministro das Finanças do maior exportador de petróleo do mundo, a Arábia Saudita, proferiu essa afirmação durante o painel de encerramento da Reunião Anual do Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça, um painel em que que também participaram figuras como Kristalina Georgieva, Directora do Fundo Monetário Imternacional (FMI), Ngozi Okonjo-Iweala, Directora-Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Albert Bourla, Director-Executivo da Pfizer, e Christine Lagarde, Presidente do Banco Central Europeu (BCE).
Confira!
No painel sobre "Como Desbloquear Novas Fontes de Crescimento", Mohamad Al-Jadaan foi questionado sobre os possíveis efeitos esperados da crise envolvendo Estados Unidos e Venezuela, particularmente sobre o preço do petróleo. Em uma resposta firme, o Ministro Saudita disse acreditar que não haverá qualquer impacto sério no mercado petrolífero.
Tal posicionamento é sustentado pelos baixos níveis de produção da Venezuela nos últimos anos e qualquer aumento na produção requer investimentos e leva tempo.
O ministro sublinhou ainda que a preocupação deve ser assegurar a precisão dos cálculos sobre demanda e oferta, bem como os níveis de preços em que os investimentos fluirão para o mercado de modo a incentivar esse investimento.
Na ocasião ministro advertiu: nosso papel como membros da OPEP é estabilizar o mercado, tentado evitar as flutuações o máximo possível ou pelo menos mitigá-las.
A Venezuela é actualmente a maior reserva de petróleo do mundo, seguida pela Arábia Saudita.
Lembremo-nos de que o maior produtor mindial de petróleo, os Estados Unidos da América, assumiu o controle "provisório" da Venezuela, com as recentes declarações de Donald Trump alimentando expectativas sobre o curso do mercado petrolífero.

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